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2 Junho a 23 Junho 2017 - ESPACIO BOP - Madrid
 
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VOLTAR DE VEZ EM QUANDO - 24 de Junho a 27 de Agosto de 2017

TRAVESSA DA ERMIDA, Lisboa • Curadoria Ana Cristina Cachola

Voltar de vez em quando é o título da exposição individual de Cristina Ataíde na Travessa da Ermida. Com curadoria de Ana Cristina Cachola, esta exposição apresenta-se enquanto território polimórfico de regressos, convocando momentos-retorno da historiografia da arte, da genealogia do lugar e a memória dos afectos. Em desafio contido à gravidade, corpos marmóreos suspendem o tempo cronométrico e desvelam a temporalidade subjectiva do regresso, do momento afectivo que suspende as convenções do ser e do estar aqui e agora, ter sido, ter estado, ser e estar sempre.

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„Orientieren“ - INAUGURAÇÃO 10 de Agosto de 2017

ARTISTAS PROPOSTOS (Vorgeschlagene KünstlerInnen)

Nina Jansen, Kassel (Fotografie/Installation) | Cristina Ataide, Lissabon (Zeichnung/Installation) | Lea Petrou, Athen (Kunstprojekte, Installation) | Jonathan Bragdon, Amsterdam (Zeichnung) | Angiola Bonani, Madrid (Video) | Nira Pereg, Tel Aviv (Video-Installation)

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10 de MARÇO a 28 de MAIO de 2017 - No SesC SANTOS

A exposição Geografias - Nosso Lugar é Caminho, consiste em uma mostra coletiva realizada por artistas que usam a representação da geografia em suas poéticas. Propõe-se apresentar diferentes pesquisas e maneiras de representação da camada da superfície da terra, desde questões políticas a manifestações estéticas. Os artistas Cristina Ataíde, Daniel Caballero, Flavia Mielnik, Helen Faganello, Laura Gorski, Renata Cruz e Renato Leal buscam redescobrir a geografia de cada lugar, considerando a percepção e interpretação de quem vive nele, elaborando um mapeamento emotivo/geográfico que serve base para as obras inéditas da exposição.

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Lançado a 5 de Fevereiro de 2017 - No Museu Nacional de Arte Contemporânea

Como Rosalind Krauss observou, a Escultura foi considerada durante séculos como uma arte de espaço composta de matéria inerte e imóvel, oposta às artes de tempo, alterando-se esta visão sobretudo a partir dos anos 30 do século XX. As escultoras que aqui se apresentam foram-se cruzando com as particularidades, exigências e transformações do campo escultórico, contribuindo estes estudos de caso para um panorama mais completo do nosso património artístico.

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